Sessão Descentralizada na Quinta do Anjo: Moradores da Palmela Village querem respostas
Moradores da Palmela Village exigem respostas na sessão local.

A sala do Cabanense encheu-se de moradores, ainda a digerirem o empate de Portugal e com a novidade do regresso de Maria João Camolas, à bancada da CDU, em substituição de Fernanda Pésinho, a gozar um período de férias e de Dulce Marques, do PS, a preencher o lugar de José Carlos de Sousa, também de férias.
Meia dúzia de moradores inscreveram-se para apresentarem problemas, com a Palmela Village a estar em destaque.
O magnifico espaço do Cabanense, que recentemente festejou mais um aniversário, por ordem de inscrição, os moradores foram apresentando problemas, que tiveram como destaque a situação da Palmela Village.
Teresa Andrade começou por referir que com a aprovação do novo PDM “ficou tudo mais complicado”. Esta moradora continua a insistir que a parte destinada ao turismo “não pode ser utilizada para habitação”. E considera que a câmara “a câmara deve assumir o saneamento”.
A presidente Ana Teresa Vicente garantiu que “pode haver a convivência entre o turismo e a habitação” pois com o novo PDM aprovado teremos maior flexibilidade para alterar as coisas”.
A edil informou “enquanto aguardamos a publicação do PDM no Diário da República, já estamos a trabalhar na criação de uma equipa para trabalhar diretamente com a ajuda das associações e vamos dinamizar a alteração do alvará”. Em relação ao saneamento, Ana Teresa Vicente revelou “avançámos com a posse administrativa da ETAR e aguardamos pela decisão do Tribunal para avançarmos”. Uma das associações de proprietários, aceitou com satisfação os esclarecimentos e acredita que a Câmara irá ajudar a resolver o problema.
O setor do Urbanismo continua a gerar protestos devido à demora na resposta, mas a falta de pessoal estará na origem do problema.
O problema do lixo e dos resíduos continuam a fazer parte das queixas dos moradores, não só da freguesia de Quinta do Anjo, mas de todo o concelho.
O excesso de velocidade e a falta de sinalização também foram abordados pelos moradores, que apelaram à limpeza das ervas e de algumas árvores, que são da competência da Junta de Freguesia.






