PS denuncia caos político em Quinta do Anjo e pressiona Chega
Socialistas pedem reunião urgente devido à alegada paralisia governativa liderada pelo Chega em Quinta do Anjo.

O Partido Socialista de Palmela lançou duras críticas ao executivo da Junta de Freguesia de Quinta do Anjo, liderado pelo Chega, acusando-o de paralisar a governança local. Alegando demissões em massa, renúncias e perda de quórum, os socialistas exigem uma reunião urgente da Assembleia de Freguesia para tratar da situação.
Num comunicado divulgado a 15 de agosto, o PS Palmela atribui ao Chega a responsabilidade por um período de “profunda incerteza” na freguesia de Quinta do Anjo. O partido aponta para uma série de demissões e conflitos internos como fatores que prejudicaram a capacidade deliberativa da Junta.
A crise intensificou-se com a decisão do Presidente da Junta de se desvincular do Chega, optando por uma posição independente. O PS Palmela argumenta que tal mudança não resolve os problemas de quórum nem recupera os mandatos perdidos, sublinhando a necessidade de uma análise legal da situação.
PS questiona efeitos da passagem a independente
O PS Palmela manifesta preocupação de que a desvinculação do presidente não remedeie a situação caótica da Junta. Os socialistas reafirmam o compromisso com a legalidade e criticam as supostas “manobras de bastidor” que, no seu entender, comprometem a gestão da autarquia.
O comunicado do PS refere ainda “atos de extrema gravidade” que alegadamente colocam em risco os direitos democráticos, sem, contudo, especificar quais atos se referem.
Requerimento para reunião urgente
Face à instabilidade, o PS apresentou um requerimento no mesmo dia, solicitando ao Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia uma deliberação urgente sobre a situação política. O partido sublinha a necessidade de restaurar a normalidade nas instituições democráticas locais.
Os socialistas posicionam-se como uma alternativa para devolver “estabilidade, dignidade e ambição” à freguesia. O comunicado surge num momento de crescente instabilidade política, com o PS a exigir medidas concretas para garantir o funcionamento adequado dos órgãos autárquicos.





