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Escolas de Palmela sem datas enquanto presidente pede tempo

A requalificação de três escolas básicas do concelho de Palmela continua sem calendário definido, apesar de existirem avisos de financiamento. A presidente da Câmara, Ana Teresa Vicente, afirma que os projetos continuam em fase preparatória.

Os processos de requalificação das escolas EB 2,3 do Pinhal Novo, de Palmela e da Quinta do Anjo continuam sem datas concretas para o início das obras, mantendo a comunidade educativa num cenário de incerteza. A situação foi confirmada pela vereação municipal, que garante que os projetos estão em desenvolvimento, mas ainda longe de permitir o anúncio de prazos.

Segundo o executivo municipal, os trabalhos encontram-se numa fase preparatória, centrada na elaboração técnica dos projetos e na articulação com os diferentes mecanismos de financiamento disponíveis. Apesar de os avisos de candidatura já estarem abertos, a autarquia sublinha que este passo não é suficiente para avançar com um calendário definitivo.

A presidente da Câmara Municipal de Palmela, Ana Teresa Vicente, assegurou que o município tem mantido contacto regular com os agrupamentos escolares, acompanhando de perto as preocupações da comunidade educativa. Qualquer avanço relevante será comunicado atempadamente, mas apenas quando existirem desenvolvimentos considerados consistentes será possível anunciar prazos mais concretos para o arranque das obras.

No caso da Escola EB 2,3 da Quinta do Anjo, o cenário é ainda menos avançado. O executivo reconheceu que este processo se encontra numa fase inicial, sem respostas fechadas quanto ao modelo final de intervenção ou ao calendário previsível. O município admite que está a trabalhar em simultâneo na definição do projeto e na identificação das fontes de financiamento mais adequadas, contribuindo para a ausência de decisões finais.

Durante a mesma reunião foi também abordado o funcionamento do Conselho Municipal de Educação. A autarquia indicou que a primeira reunião deste órgão deverá realizar-se a partir de janeiro de 2026, embora ainda sem data marcada.

A requalificação do parque escolar é apontada pela autarquia como uma prioridade estratégica, tendo em conta o estado de conservação dos edifícios e a necessidade de melhorar as condições de ensino e aprendizagem no concelho. No entanto, enquanto os processos técnicos e financeiros não estiverem concluídos, pais, alunos e docentes continuam sem um horizonte temporal claro, prolongando a expectativa em torno de intervenções consideradas essenciais.

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