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Conflitos internos agitam Junta de Quinta do Anjo: CDU exige respostas

CDU critica gestão da Junta de Freguesia de Quinta do Anjo devido a conflitos internos e exige esclarecimentos. A coligação apelou por verdade e transparência.

A CDU denunciou recentemente a gestão da Junta de Freguesia de Quinta do Anjo, apontando falhas significativas que, segundo a coligação, refletem uma incapacidade do Executivo em desempenhar eficazmente as suas funções. A crítica seguiu-se a uma série de conflitos internos e pedidos de maior transparência e estabilidade governativa.

No comunicado emitido a 20 de agosto, a Coligação Democrática Unitária (CDU) expressou preocupação com a situação administrativa em Quinta do Anjo, destacando problemas de governação e execução de competências. Os conflitos internos levaram à renúncia de vários eleitos, deixando o Executivo reduzido a apenas dois membros: o Presidente e o Tesoureiro, algo que, conforme a CDU, prejudica o funcionamento eficiente da Freguesia.

Instrumentos de governação aprovados com ressalvas

Apesar das dificuldades, a CDU reconheceu que o Executivo contou com o apoio da Assembleia de Freguesia para aprovar instrumentos de governação, incluindo o orçamento, que carecia de ajustes, e a incorporação do saldo financeiro positivo da gestão anterior. No entanto, a coligação criticou que, em dez meses de administração, os serviços públicos se degradaram e as competências não foram devidamente cumpridas.

CDU quer esclarecimentos oficiais

Face à situação, a CDU afirmou estar a realizar um “escrutínio permanente” da Junta e busca respostas legais para a falta de Quórum no Executivo. Na última sessão extraordinária da Assembleia de Freguesia, foram aprovados dois pedidos de parecer oficial à CCDR-LVT e ANAFRE, estando as respostas ainda pendentes.

A coligação reafirmou o seu compromisso com a Freguesia, prometendo atuar com responsabilidade e sentido institucional, enquanto rejeita qualquer desinformação que possa perpetuar a paralisia administrativa.

O comunicado da CDU apela a uma gestão baseada na “verdade e transparência, trabalho e estabilidade”, reiterando a sua predisposição para assumir esta responsabilidade. Esta situação reflete tensões no seio da administração local, com a coligação a exigir clareza e eficácia nos processos de governação.

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